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terça-feira, 29 de março de 2016

TEMER NÃO PODE ASSUMIR A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ASSINOU PEDALADAS JUNTO COM DILMA

Exclusivo: os decretos de pedaladas fiscais que foram assinados por Dilma

O vice-presidente Michel Temer assinou pelo menos um dos decretos sem número utilizados para abrir créditos suplementares sem aprovação do Congresso Nacional. Na origem dos recursos, "excesso de arrecadação" e emissão de títulos do Tesouro Nacional

CIRO GOMES AMEAÇA TEMER E DIZ QUE ELE ASSINOU PEDALADAS FISCAIS JUNTO COM DILMA

"Ciro Gomes ameaça: “Michel Temer não vai ser presidente porque eu não vou deixar"

Em entrevista ao programa da jornalista Mariana Godoy, o político Ciro Gomes (PDT) afirmou que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) não assumirá a Presidência da República

“Não vai porque eu não vou deixar” disse Ciro Gomes.
Aos 48 segundos do vídeo: “O capitão do golpe está à sua esquerda, Michel Temer”
Aos 48 segundos do vídeo: “Não vai ser presidente porque vou entrar com pedido de impeachment no primeiro dia dele”
Ciro ainda fez questão de avisar:
“Já estou com a cópia das pedaladas fiscais que ele assinou como vice-presidente da República”



Dilma poderá enviar emenda constitucional ao Congresso propondo novas eleições para presidente

O POVO TEM QUE IR PRA RUA E PEDIR NOVAS ELEIÇÕES JÁ!



Dilma poderá enviar emenda constitucional ao Congresso propondo novas eleições para presidente

29/03/2016

Palácio do Planalto já admite uma derrota na Câmara com relação ao impeachment

Dilma não conseguirá os votos necessários para barrar o processo na Câmara.
Diante dessa realidade, o governo federal cogitou hoje (28) enviar para o Congresso Federal [a própria presidente faria isso] uma proposta de emenda constitucional convocando eleições para presidente da República nos próximos 60/90 dias.
Tal proposta teria que ser aprovada pela maioria na Câmara e no Senado (3/5 dos votos) , ou seja, Dilma teria que ter 60% dos votos em ambas as casas.

CASSAÇÃO DE DILMA E TEMER PODE SER DADA PELO TSE - CAMINHO PARA NOVAS ELEIÇÕES





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Conexão Brasília

Enviado por André Gonçalves, 26/08/15 11:07:50 AM

Cassação de Dilma e Temer pelo TSE abriria caminho para novas eleições. Entenda como

Crédito: Roberto Stuckert Filho/PRCrédito: Roberto Stuckert Filho/PR
Um julgamento realizado ontem à noite pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esquentou a discussão sobre uma possível cassação da presidente Dilma Rousseff (PT) e do vice-presidente Michel Temer (PMDB) via Justiça Eleitoral. A situação é bem distinta de um processo de impeachment. Entenda os porquês:
O que há contra Dilma na Justiça Eleitoral?
A oposição moveu quatro processos contra a chapa Dilma-Temer com acusações de abuso de poder econômico e político durante a campanha presidencial de 2014. As ações foram protocoladas no TSE em momentos diferentes, antes e depois da diplomação dos dois, e acabaram distribuídos entre três ministros. Até o momento, tudo está na fase de investigação – ou seja, Dilma e Temer não são réus.
O que foi votado ontem?
A maioria dos ministros votou pela reabertura de uma dessas ações, que havia sido arquivada. A decisão não é definitiva, já que o julgamento foi suspenso por um pedido de vista da ministra Luciana Lóssio. No momento, dos sete ministros, quatro votaram pela reabertura e uma contra (ainda faltam dois votos).
Qual é o desdobramento das ações?
Durante o julgamento de ontem, o ministro Luiz Fux sugeriu a unificação das quatro ações. Para ele, todas devem ficar concentradas com a ministra Maria Thereza de Assis Moura (justamente a ministra que pediu o arquivamento do processo de ontem). Dentre os processos, ela já é a relatora de uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo – único que pode levar à cassação da chapa, avalia Fux, com base na Constituição.
Cassação eleitoral é o mesmo que impeachment?
Não. O processo na Justiça Eleitoral é completamente diferente. O impeachment é um julgamento político, realizado pelo Congresso Nacional – a Câmara decide pela abertura do processo e o Senado julga, de acordo com a lei que define crimes de responsabilidade (10.079/50). O impeachment também seria focado inicialmente em Dilma e não na chapa Dilma-Temer.
Quem assume se houver cassação com base nas regras eleitorais?
Se Dilma sofresse um processo de impeachment, seria substituída por Temer. Se a chapa for cassada pela Justiça Eleitoral, no entanto, Constituição determina a realização de eleições em 90 dias. Nesse período, quem assume o cargo é o presidente da Câmara dos Deputados, no caso, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Se a cassação ocorrer na primeira metade do mandato, a eleição ocorre por meio do voto direto da população. Se acontecer depois da segunda metade, o novo mandatário é escolhido indiretamente pelo Congresso Nacional.

STF desarquiva ações contra ministros de FHC por improbidade



STF desarquiva ações contra ministros de FHC por improbidade

Entre os investigados estão Pedro Malan, José Serra, Pedro Parente e outros.

Publicado por Lauro Chamma Correia - 2 dias atrás
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STF desarquiva aes contra ministros de FHC por improbidade
Jose Serra, ex-ministro de FHC investigado por ação desarquivada pelo STF.
Quase oito anos depois de ter determinado o arquivamento de duas ações de reparação de danos por improbidade administrativa contra ex-ministros do governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), o STF (Supremo Tribunal Federal) admitiu um recurso apresentado pelo Ministério Público Federal e reabriu as ações.
Entres os alvos estão os ex-ministros Pedro Malan (Fazenda), José Serra (Planejamento) –hoje senador (PSDB-SP)–, Pedro Parente (Casa Civil), além de ex-presidentes e diretores do Banco Central. A informação foi antecipada pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
As ações questionavam assistência financeira no valor de R$ 2,9 bilhões pelo Banco Central ao Banco Econômico S. A., em dezembro de 1994, assim como outros atos decorrentes da criação, pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer).
O caso chegou ao STF em 2002, mas uma decisão do ministro Gilmar Mendes, em 2008, determinou o arquivamento das ações ajuizadas pelo Ministério Público na Justiça de Brasília. O Ministério Público recorreu da decisão de Gilmar Mendes.
No último dia 15, a primeira turma do STF decidiu acolher o recurso da Procuradoria-Geral da República contra o entendimento de Gilmar.
Os ministros seguiram o voto da ministra Rosa Weber, relatora do caso. O ministro Luiz Fux não participou do julgamento. O caso está em segredo de justiça.

STF pede para PF investigar ameaças a ministros do Tribunal


STF pede para PF investigar ameaças a ministros do Tribunal

Lewandoski fez solicitação em comunicado divulgado nesta segunda-feira.

Publicado por Lauro Chamma Correia - 22 horas atrás
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STF pede para PF investigar ameaas a ministros do Tribunal
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, acionou a Polícia Federal e o Ministério Público Federal para investigarem ameaças que os ministros da Corte têm recebido após os julgamentos que envolvem a Operação Lava-Jato. Sem entrar em detalhes, em comunicado divulgado nessa segunda-feira, Lewandoski afirmou que as ameaças "excedem a mera irresignação com posições jurídicas externadas por integrantes do STF no legítimo desempenho do elevado múnus público que lhes foi cometido".
No documento, Lewandowski afirma que as ameaças "passam ao largo do direito de expressão constitucionalmente assegurado aos cidadãos, ganhando contornos de crimes para os quais a legislação penal prevê sanções de elevado rigor". O ministro afirma que todos os responsáveis, estando direta ou indiretamente ligados às ameaças, estão sob investigação e devem responder em juízo, caso hajam provas.
Lewandowski também enviou ofícios para o ministro da Justiça, Eugênio Aragão, e o advogado-geral da união, José Eduardo Cardozo. O presidente do tribunal completou o anúncio dizendo estar convicto de que os ministros do STF não se deixarão abalar por possíveis constrangimentos sofridos ou que venham a sofrer e que todos os ministros "continuarão a desempenhar com destemor, independência e imparcialidade a solene atribuição de guardar aConstituição da República que juraram defender."
Na última semana, o ministro Teori Zavascki foi alvo de seguidos protestos pela decisão que determinou que o juiz federal Sérgio Moro enviasse para o tribunal, todas as investigações da Operação Lava-Jato que envolvessem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O Globo

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